domingo, 18 de maio de 2014
O Favorito do mês - Abril 2014
Quase mais um mês para decidir que "Os Demónios de Álvaro Cobra" foi o meu livro favorito de Abril. A concorrência foi forte! :)
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Novos Habitantes - Abril 2014
Habitantes mais ou menos desalojados pela falta de espaço. Mas a leitura de "A Casa de Papel" deixou muitas sugestões de novos locais para arrumar livros...
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Cabine de Leitura na Praça de Londres
No dia 23 de Abril (Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor), será inaugurada na Praça de Londres, numa antiga cabine telefónica, uma mini biblioteca comunitária. Um sistema informal de empréstimo de livros em que o
próprio interessado escolhe o livro que quer ler, anota o seu nome num papel,
retira o livro, leva-o para casa e devolve-o ao fim de uns dias, deixando
sempre um outro em sua substituição.
Esta fantástica iniciativa procura estreitar laços
comunitários, exercitar a cidadania, fomentar a leitura, sobretudo junto dos
mais novos e promover o gosto pelos livros num espaço inesperado. Um modo
criativo de “reciclar” livros e de os fazer circular, sem cobranças, multas ou
prazos, assente na confiança.A Cabine de Leitura ainda precisa de livros para conseguir disponibilizar maior variedade de leituras. Participem doando livros para a nossa (de todos) Cabine de Leitura!
Mais informações em: Cabine de Leitura Facebook
domingo, 6 de abril de 2014
domingo, 2 de março de 2014
sábado, 1 de março de 2014
O Favorito do mês - Fevereiro 2014
Quanto mais se lê mais difícil é encontrar um livro que marque profundamente. Em Fevereiro encontrei um dos livros da minha vida. Opinião aqui.
"Pior não era o lugar-comum, era que, quando o comum se torna lugar, a gente acomoda-se, instala-se, cria raízes pegajosas, nunca mais de lá sai. Era preciso evitá-los a todo o custo. (...) Não consentia que os mesmos adjectivos andasse incestuosamente casados com os mesmos substantivos.
Os areais imensos
As bases fundamentais
Os horizontes longínquos
Os banhos retemperadores
As árvores frondosas
O silêncio sepulcral...
Já não podia mais com o "grande manto branco" que era a neve, com os cataclismo que "deixam atrás de si um rasto de destruição". Gostava demasiado das palavras para permitir que elas se transformassem em cuspo (como dizia Sophia), repugnantes, viscosas, pouco higiénicas de tão usadas, a saírem da boca de toda a gente, Ou para as deixar tornarem-se estafadas, triviais, consensuais e neutras, de tanto usar e agitar." (Págs. 116 e 117)
Subscrever:
Mensagens (Atom)






